Entre o sono e sonho, entre mim e o que em mim é o quem eu me suponho, corre um rio sem fim. Passou por outras margens, diversas mais além. Naquelas várias viagens que todo o rio tem, chegou onde hoje habito, a casa que hoje sou. Passa, se eu me medito; se desperto, passou. E quem me sinto e morre no que me liga a mim Dorme onde o rio corre. Esse rio sem fim. " “Pessoa”
2 comentários:
Sarava!
Este ano não fui...
mas o ano passado entre a multidão e o calor lá vi do rio os voos acrobáticos!!
beijinhos
ainda sinto o arrepiar da passagem daquele primeiro caça!
temos que repetir! Um beijo grande amiga
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